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Cientistas colaborando em laboratório

Termopares separados por TIPO

Texto sobre porque e separado por TIPO

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Faixa de de Utilização:

0ºC até 760°C

Termopares Tipo K

Formado por fios de Chromel, como termoelemento positivo, e Alumel, como termoelemento negativo. É adequado para medição contínua desde -200 ºC até 1260 °C. É recomendado para uso contínuo em atmosferas oxidantes ou completamente inertes.

Não deve ser utilizado em atmosferas redutoras ou que alternam de oxidante para redutora, atmosferas sulfurosas, vácuo (exceto por períodos curtos) ou em atmosferas que produzam a corrosão conhecida por “green-rot” do termoelemento Cromel.

O termopar tipo K é um termopar de uso geral e é mais resistente à oxidação em temperaturas altas do que os tipos E, J e T. Tem um baixo custo e, devido à sua popularidade estão disponíveis em diversos tipos de montagens. A longa exposição em alta temperatura pode provocar o aparecimento de não homogeneidades nos fios. Tem uma sensibilidade de aproximadamente 41µV/°C.

FAIXAS DE UTILIZAÇÃO E LIMITES DE ERRO PARA O TERMOPAR TIPO K

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Termopares Tipo J

Formado por fios de Ferro puro, como termoelemento positivo, e Constantan, como termoelemento negativo. É adequado para medição contínua desde 0 ºC até 760 °C. É recomendado para uso contínuo no vácuo ou em atmosferas oxidantes, redutoras ou inertes. Não é recomendado o seu uso em temperaturas abaixo de 0 ºC devido à oxidação e fragilização do termoelemento Ferro.

A sua faixa limitada é a responsável pela sua menor popularidade em relação ao tipo K. Aplica-se, sobretudo, com equipamento já antigo, que não é compatível com termopares mais “modernos”.

A utilização do termopar tipo J acima dos 760°C leva a uma transformação magnética abrupta que compromete a calibração

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FAIXAS DE UTILIZAÇÃO E LIMITES DE ERRO PARA O TERMOPAR TIPO J

J

Termopares Tipo N

Formado por fios de Nicrosil, como termoelemento positivo, e Nisil, como termoelemento negativo. É adequado para medição contínua desde 0 ºC até 1260 °C. É recomendado para uso contínuo em atmosferas oxidantes ou inertes.

Em altas temperaturas, não deve ser utilizado no vácuo ou em atmosferas sulfurosas, redutoras ou que alternem de oxidante para redutora sem proteção adequada. É o mais “moderno” dos termopares e foi desenvolvido para melhorar e não apresentar os conhecidos problemas do tipo K.

A sua elevada estabilidade e resistência à oxidação em altas temperaturas tornam-no adequado para medições de temperaturas elevadas, sem recorrer aos termopares que incorporam platina na sua constituição (tipos B, R e S).

FAIXAS DE UTILIZAÇÃO E LIMITES DE ERRO PARA O TERMOPAR TIPO N

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Termopares Tipo T

Formado por fios de Cobre puro, como termoelemento positivo, e Constantan, como termoelemento negativo. É adequado para medição contínua desde -270 ºC até 370 °C. É recomendado para uso contínuo no vácuo ou em atmosferas oxidantes, redutoras ou inertes.

É resistente à corrosão em atmosferas úmidas e adequado para medições em temperaturas abaixo de 0 ºC. Possui a melhor exatidão entre os termopares de metal base.

FAIXAS DE UTILIZAÇÃO E LIMITES DE ERRO PARA O TERMOPAR TIPO T

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Termopares Tipo E

Formado por fios de Cromel, como termoelemento positivo, e Constantan, como termoelemento negativo. É adequado para medição contínua desde -200 ºC até 870 °C. É recomendado para uso contínuo em atmosferas oxidantes ou inertes.

Este termopar tem a mais alta sensibilidade de todos, valor médio de 68 µV/°C, que o torna o mais adequado para baixas temperaturas.

FAIXAS DE UTILIZAÇÃO E LIMITES DE ERRO PARA O TERMOPAR TIPO E

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Termopares Tipo R

Formado por fios de Platina com 13% de Ródio, como termoelemento positivo, e Platina pura, como termoelemento negativo. É adequado para medição contínua desde 0 ºC até 1480 °C, e até 1760 ºC por curtos períodos. É recomendado para uso contínuo em atmosferas oxidantes ou inertes.

Não deve ser usado em atmosferas redutoras nem naquelas que contenham vapores metálicos ou não metálicos. Nunca deve ser inserido diretamente num tubo de proteção primário metálico. Requer a utilização de isoladores e tubos de proteção cerâmicos de alta alumina.

As principais vantagens deste tipo são: alta exatidão, excelentes reprodutibilidade, estabilidade e desempenho em média altas temperaturas ao ar. Possui reduzida sensibilidade, por volta de 12 µV/ºC, e custo elevado.

FAIXAS DE UTILIZAÇÃO E LIMITES DE ERRO PARA O TERMOPAR TIPO R

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Termopares Tipo S

Formado por fios de Platina com 10% de Ródio, como termoelemento positivo, e Platina pura, como termoelemento negativo. É adequado para medição contínua desde 0 ºC até 1480 °C, e até 1760 ºC por curtos períodos. É recomendado para uso contínuo em atmosferas oxidantes ou inertes.

Não deve ser usado em atmosferas redutoras nem naquelas que contenham vapores metálicos ou não metálicos. Nunca deve ser inserido diretamente num tubo de proteção primário metálico. Requer a utilização de isoladores e tubos de proteção cerâmicos de alta alumina.

As principais vantagens deste tipo são: alta exatidão, excelentes reprodutibilidade, estabilidade e desempenho em média altas temperaturas ao ar. Possui reduzida sensibilidade, por volta de 10 µV/ºC, e custo elevado.

FAIXAS DE UTILIZAÇÃO E LIMITES DE ERRO PARA O TERMOPAR TIPO S

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Termopares Tipo B

Formado por fios de Platina com 30% de Ródio, como termoelemento positivo, e Platina com 6% de Ródio, como termoelemento negativo.

 

É adequado para medição contínua desde 870 ºC até 1700 °C, e até 1820 ºC por curtos períodos. É recomendado para uso contínuo em atmosferas oxidantes ou inertes.

Também é adequado para uso no vácuo por curtos períodos. Não deve ser usado em atmosferas redutoras nem naquelas que contenham vapores metálicos ou não metálicos. Nunca deve ser inserido diretamente num tubo de proteção primário metálico. Requer a utilização de isoladores e tubos de proteção cerâmicos de alta alumina.

Quando comparado com os tipos S e R, as principais vantagens deste tipo são: Operação em temperaturas mais altas, melhor estabilidade e aumento da resistência mecânica. Possui reduzida sensibilidade, por volta de 10 µV/ºC para temperaturas superiores a 1090 ºC, e custo elevado.

FAIXAS DE UTILIZAÇÃO E LIMITES DE ERRO PARA O TERMOPAR TIPO B

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